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Mudanças na reforma de São Januário: um novo capítulo para o Vasco

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Enquanto a tão esperada reforma de São Januário ainda se arrasta em um compasso de espera, a diretoria do nosso amado Vasco da Gama decidiu fazer uma mudança significativa na condução desse projeto vital. O vice-presidente geral, Renato Brito, não será mais o responsável por essa empreitada. Agora, a batuta fica nas mãos de Alan Belaciano, o presidente da Assembleia Geral, que já estava envolvido nas discussões sobre a reforma e é um dos principais aliados do presidente Pedrinho.

Belaciano, que já demonstrou sua capacidade em conduzir votações cruciais para o andamento da reforma, agora liderará um grupo de trabalho que terá a missão de dialogar sobre os próximos passos desse projeto que é tão sonhado por nós, torcedores. A informação foi inicialmente divulgada pelo jornalista Joel Silva e confirmada pelo ge, trazendo um novo ânimo para a torcida.

Entretanto, é inegável que o projeto ainda enfrenta desafios. Nos últimos meses, não houve avanços significativos, e as obras permanecem paradas, aguardando a venda do potencial construtivo, um passo fundamental para que possamos ver nosso estádio revitalizado. O Vasco chegou a firmar um contrato de exclusividade com a SOD Capital, que demonstrou interesse em adquirir esse potencial para uso em terrenos na Barra da Tijuca. Contudo, após três prazos estendidos, a oficialização não ocorreu, e o prazo final se esgotou em 13 de fevereiro deste ano.

Desde então, o presidente Pedrinho tem se reunido com figuras importantes, como o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e representantes de outras empresas e seguradoras, buscando apresentar o projeto e viabilizar a venda do potencial construtivo de São Januário. O clube abriu concorrência para novas empresas, com o valor estimado em mais de R$ 500 milhões, mas, até o momento, não houve progresso.

Atualmente, o Vasco trabalha com um orçamento de R$ 800 milhões para garantir que a revitalização de São Januário seja sustentável. Esse valor, que não é definitivo, representa uma nova estimativa, já que no início do projeto o custo previsto era de R$ 500 milhões. O aumento se deve à correção dos preços da construção civil nos últimos anos, uma vez que o projeto original foi elaborado há algum tempo. A principal fonte de receita projetada para complementar esse orçamento é a venda dos naming rights do estádio, embora outras formas de captação também estejam sendo consideradas.

Por enquanto, o clube não tem uma previsão clara para o início das obras e aguarda os próximos passos da compra do terreno. A torcida, sempre apaixonada e esperançosa, continua a acompanhar de perto cada movimento, sonhando com o dia em que poderemos ver nosso São Januário renovado e ainda mais imponente, um verdadeiro templo do futebol.

Fonte: https://ge.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/2026/07/25/vasco-realiza-mudanca-interna-e-presidente-da-assembleia-geral-assume-reforma-de-sao-januario.ghtml